terça-feira, 15 de outubro de 2013

Insuportáveis

10 comportamentos insuportáveis no trabalho


 Reclamona, ela tem certeza que os chefes a perseguem – e percebe isso em cada olhar ou comentário. Passa muito tempo “alugando” os colegas com as suas lamentações. 

Parece um anjo à primeira vista.
 Cordial, faz questão de estabelecer boas relações com todos os níveis hierárquicos.
 Cedo ou tarde você ficará sabendo de intrigas pesadas feitas pelas costas envolvendo o seu nome.

Ela parece um radar: está sempre por dentro de tudo que acontece na vida dos outros funcionários e, por isso, não dedica muito tempo ao trabalho. Tende a envolver as pessoas em suas falações e pequenas maldades.

É um clássico no mundo corporativo.
 Em suas relações, classifica as pessoas por cargos –
 e o mais humilde não costuma receber atenção. Está sempre pronto para elogiar o chefe, mesmo que sutilmente, e extrai dessa prática a segurança que precisa para continuar empregado.

Ela (ou ele) fica falando de coisas que ninguém realmente quer saber – e normalmente num tom de voz que os obriga a isso. 
Usa o telefone da empresa para discutir com a madrinha, com o atendente da TV a cabo ou com a amiga que insiste em ficar com aquele cara que não a merece.

Está no jogo para ganhar. 
Ser bem sucedido é quase uma obsessão.
 Fala o que os chefes gostam de ouvir e não pensa duas vezes ao passar a perna em alguém. 
Costuma ser competente em suas funções, mas extremamente desleal com os colegas. 

Ela “dá mole” para os caras, mas se faz de sonsa e desentendida se algum deles reage.
 No escritório, todo mundo percebe a paquera com o colega: risadinhas, brincadeiras de mão e outras práticas irritantes dominam o ambiente.
 Tem certeza que é a garota mais desejada da empresa, e tenta tirar algum benefício disso.

Ele não anda pelo corredor, desfila.
 Não cumprimenta as colegas, joga beijos e piscadinhas. Conta vantagens na hora do almoço para os outros homens e, muitas vezes, mente descaradamente sobre “aquela gata da academia” que nunca existiu. 

Ela não para de falar e tende a ser inconveniente.
 Faz comentários (geralmente dispensáveis) sobre tudo e atrapalha a concentração dos colegas que querem trabalhar. 
Em reuniões, os chefes chamam sua atenção por estabelecer conversas paralelas. 

Não fez curso de palhaço, mas quer sempre ser o mais divertido.
 Tenta copiar o colega engraçado de verdade, que tem timing e boas sacadas, mas nunca consegue.
 O problema?
 Ele continua insistindo e torrando a paciência dos colegas com suas piadas tolas.

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