segunda-feira, 20 de maio de 2013

Solidão perdida


E me sinto assim,
vazia, triste, nostálgica,
precisava ficar só,
com minhas músicas,
meus incensos,
vinho doce,
meus espelhos,
ventania....

de tudo já vivido,
do semblante do teu olhar,
das amarguradas traições,
Há de nascer um dia ensolarado,
tranquilo,
onde somente os sorrisos
hão de reinar...

Estou aqui em corpo,
a alma vaga...
no passado, 
e o futuro?
o que será?
Mistérios a serem vendados.

Já não exijo tanto da vida,
das pessoas,
do meu dia,
deixo que o mar me conduza,
lento,
navegante....

A morte traz o ponto final,
e o que tiver que ser, será.

Elas.


Nenhum comentário: