sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Última Parada 174

Ainda bem claro na minha memória aquela tarde fatídica, pessoas inocentes nas mãos de um jovem drogado e sem rumo, dentro de um ônibus fechado e isolado pela polícia.
Por alguns anos aquelas cenas rondaram meus pensamentos, tive medo de sair de casa, quase uma sensação de Pânico.
Mais ao longo desses dez anos as imagens foram se dissipando, afinal são dez anos!!!
Bem, a terrível história se transformou em filme e eu fui assistir com curiosidade, no cinema.
Ao sair do cinema, novamente me bateu aquela sensação de impotência e revolta. O cineasta Bruno Barreto em momento algum dá crédito a vida da jovem morta, aquela moça tão simples, professora, INOCENTE!!!
Vendo o filme e depois o documentário, percebo que o rapáz escolheu sim o seu destino, mais não tinha o direito de dár o mesmo fim trágico aquela moça.
O cineasta poderia ter mostrado as ¨histórias ¨paralelamente!!! eu faria assim!!!
Saí do cinema mais pobre, infeliz e derrotada.
 Faltou o outro lado dessa história, é claro que a mesma nunca deveria ter ocorrido, mais se realmente houve, vamos dár créditos aos dois lados!!!
Só mostrou o lado coitadinho do rapáz, todos têm liberdade de escolha!!!e ele fez a pior opção. Fico triste porque poderia ser uma de nós, me coloquei no lugar daquela moça várias vezes...ou então pior!!! uma filha sua! minha! Meu Deus!!!
Referente ao filme: EU FARIA MELHOR!!!!
                                                                                                  Lúciah.





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